Dono da Riachuelo reclama de taxação de fortunas

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O empresário Flávio Rocha, dono da Riachuelo, rechaçou a taxação de grandes fortunas proposta pelo governo de Jair Bolsonaro no projeto de reforma tributária.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, neste sábado (17), Rocha alegou que a medida enviaria o dinheiro dos ricos para fora do Brasil:

“O exemplo desastroso do François Hollande [ex-presidente da França] mostrou uma coisa que é cruel mas é a dura realidade. É a mobilidade das fortunas. É o maior exportador de fortunas. O potencial de arrecadação é pífio. Acelera o êxodo. Na França, todo mundo mudou para a Bélgica, para a Inglaterra. E o mundo está cada vez mais digital. Você pode exercer a mesma função remotamente. As pessoas estão com mais mobilidade.”

Rocha acrescentou:

“Esse imposto consegue reduzir a desigualdade, mas pela via não inteligente: expulsando ou empobrecendo os ricos. O que se quer é enriquecer os pobres. Esse é um imposto que diminui a desigualdade, mas achatando a pirâmide, ou seja, empobrecendo os ricos.”

E completou:

“Se desigualdade fosse o problema, tinha que dar um troféu para a Venezuela, que expulsou as fortunas para Miami ou quebrou quem insistiu em ficar.”

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